Hoje estava eu aqui pensando na praça do bairro Popular em Cuiabá, minha querida capital, mais conhecida como Popular. É um lugar onde se concentram os melhores bares da cidade; o bairro atualmente abriga os edifícios mais chiques da cidade e as pessoas que frequentam os referidos bares são pertencentes às classes média alta e alta, além dos mais abastados (políticos, sonegadores, fazendeiros, reis de soja, gado etc.).
Pára tudo. Quando pesquisamos a história da cidade, mais uma vez as revoltas tomam conta do meu eu. Apesar de o bairro estar próximo do centro da capital, antigamente era considerado uma espécie de área periférica, tanto que ali é onde foram construídas as primeiras casas populares; ou seja, os moradores eram na verdade considerados os pobres da cidade. Com muita luta e esforço muitos ilustres profissionais de várias áreas saíram ou começaram sua vida ali, de forma honesta e muitas vezes através de sacrifícios que a vida muitas vezes nos pede. A cidade cresceu, prosperou, foi invadida positivamente pelos nossos queridos "pau rodados" e muitas casinhas dali deram espaço à modernização que tomou conta da área central. Conheço até histórias de gente que quando viu a valorização alta que o local começou a alcançar, resolveu investir no futuro dos filhos, hoje em dia doutores honestos, que salvam vidas. Por que estou enfocando essas pessoas que ali moraram e deram lugar à essa espécie de invasão? Eu explico: como um jovem cuiabano apaixonado pela terra natal, militante e defensor da honestidade em primeiro lugar fico indignado com certas coisas, mas até então só posso refletir sobre. Sou frequentador da praça popular, prestigio os bares, as padarias, as soverterias e os restaurantes que ali existem. Amo a praça! Como diz a colunista Ana Maria Bianchini, ali só falta um mar, uma praia. Eu sempre pensei nisso. Tanto que em minha última viagem para o litoral me encantei especificamente com um bairro da cidade onde eu estava justamente porque me lembrava muito a nossa Popular, claro que com suas devidas diferenças...
Quando eu leio a coluna da Ana Maria, principalmente quando ela faz comentários de certos comportamentos duvidosos de moças e rapazes da sociedade eu me divirto muito. É a primeira coisa que faço quando vou lá, adoro reparar! Já comentei com meus amigos que me chama atenção grupo de mulheres que chegam em grupo com roupas iguais, só mudando as cores; de homens que ainda usam palito em público, ou usam cinto preto com sapato marrom, mulheres que falam alto demais, casais que ocupam mesa para 8 pessoas etc. Me divirto muito com tudo, mas o que eu descrevi no parágrafo anterior é para que se entenda o que me chateia na Popular: a presença de certas pessoas que deveriam ser expurgadas da sociedade. Não sou rico, não sou autoridade, não sou famoso(ainda) mas frequento a Popular, deixo grana por lá então tenho direito de me sentir incomodado quando entro num bar e dou de cara com ex-capangas de Arcanjo. Tenho ojeriza de cruzar com Josino Guimarães(muita gente até já esqueceu de quem se trata) e com vereador que gosta de sexo no "Zero"com menor e continua com o mandato e a lista se estende por políticos que até hoje não conseguiram provar inocência em certas CPIs, mas conseguiram abafar os fatos, figuraças que sonegam impostos das BMWs, VOLVOs e MERCEDES que por lá circulam exaustivamente, deputada que mora por ali num apartamento milionário e exerce tal mandato através de liminar, senhores que dali saem direto para encontro com as amantes, moças que adoram estragar casamentos alheios, juízes que liberam perigosos psicopatas, secretários municipais e estaduais que raramente se reúnem com a população, mas adoram encher a cara com milionários lícitos ou ilícitos e chegados em grandes licitações; rapazes que levam namoradas pra comer uma pizza e depois se encontram com outros rapazes secretamente (nada contra, mas não suporto enganação) e uma leva de moças e rapazes sarados que fazem questão de mostrar que só bebem suco e água ou similares, mas que não dispensam uma cocaína nos banheiros das boates.
Sim, eu posso falar essas coisas porque não faço nada do que essas pessoas fazem e falo mesmo, até citaria nomes, mas seria injusto com o leitor colocar apenas alguns, mesmo porque a lista ocuparia um espaço muito grande, aí ninguém merece né? Por outro lado, não abro mão de frequentar este lugar, pois tirando estes purgantes da sociedade, felizmente muita gente ainda se salva, eu sou um exemplo e espero que você também! Conversas interessantes, cultas, encontros com amigos e degustação de boas bebidas e comidas nunca é demais. Muita gente até reclamou quando fecharam as ruas que cercam a praça, eu fui um desses, mas hoje em dia acho que a idéia melhorou o local e ainda defendo que quando as pessoas forem pra lá, tentem ir com um grupo em um carro só, isso evita congestionamento, poluição e bandidagem. Em nome da história da Popular peço para que as pessoas tenham respeito pelo local, sem bagunças, brigas, drogas e outros atos que podem manchar a imagem descontraída do local. Peço mais ainda que os purgantes da sociedade que eu citei deixem de frequentar o local, ou frequentem pouco, gastem dinheiro não com a Popular e sim com os populares das periferias, que precisam de dinheiro, estrutura em seus bairros, praças, lazer e cultura. Secretários, deputados e vereadores, o valor do uísque que vocês detonam na Popular faz muita falta lá no bairro Dr. Fábio. O Valor de um jantar ali naquele restaurante faz falta pra colocar uma janela em uma casa que vi um dia desses do Pedra 90. Alguém pode se perguntar por que eu não faço isso então? Não sei se prestaram atenção, mas lá em cima eu disse que não sou rico e não sou autoridade, mas a minha parte aqui, por exemplo, estou fazendo. E pelo que meus amigos dizem, a minha presença ainda é querida na Popular e disso eu não abro mão. Muitas vezes sou chato, mas ainda não me chamaram de purgante, muito menos nesse termo que pensei ao escrever este texto, purgante social, uma reflexão da minha querida Popular, da minha querida capital. E tenho dito!
Pára tudo. Quando pesquisamos a história da cidade, mais uma vez as revoltas tomam conta do meu eu. Apesar de o bairro estar próximo do centro da capital, antigamente era considerado uma espécie de área periférica, tanto que ali é onde foram construídas as primeiras casas populares; ou seja, os moradores eram na verdade considerados os pobres da cidade. Com muita luta e esforço muitos ilustres profissionais de várias áreas saíram ou começaram sua vida ali, de forma honesta e muitas vezes através de sacrifícios que a vida muitas vezes nos pede. A cidade cresceu, prosperou, foi invadida positivamente pelos nossos queridos "pau rodados" e muitas casinhas dali deram espaço à modernização que tomou conta da área central. Conheço até histórias de gente que quando viu a valorização alta que o local começou a alcançar, resolveu investir no futuro dos filhos, hoje em dia doutores honestos, que salvam vidas. Por que estou enfocando essas pessoas que ali moraram e deram lugar à essa espécie de invasão? Eu explico: como um jovem cuiabano apaixonado pela terra natal, militante e defensor da honestidade em primeiro lugar fico indignado com certas coisas, mas até então só posso refletir sobre. Sou frequentador da praça popular, prestigio os bares, as padarias, as soverterias e os restaurantes que ali existem. Amo a praça! Como diz a colunista Ana Maria Bianchini, ali só falta um mar, uma praia. Eu sempre pensei nisso. Tanto que em minha última viagem para o litoral me encantei especificamente com um bairro da cidade onde eu estava justamente porque me lembrava muito a nossa Popular, claro que com suas devidas diferenças...
Quando eu leio a coluna da Ana Maria, principalmente quando ela faz comentários de certos comportamentos duvidosos de moças e rapazes da sociedade eu me divirto muito. É a primeira coisa que faço quando vou lá, adoro reparar! Já comentei com meus amigos que me chama atenção grupo de mulheres que chegam em grupo com roupas iguais, só mudando as cores; de homens que ainda usam palito em público, ou usam cinto preto com sapato marrom, mulheres que falam alto demais, casais que ocupam mesa para 8 pessoas etc. Me divirto muito com tudo, mas o que eu descrevi no parágrafo anterior é para que se entenda o que me chateia na Popular: a presença de certas pessoas que deveriam ser expurgadas da sociedade. Não sou rico, não sou autoridade, não sou famoso(ainda) mas frequento a Popular, deixo grana por lá então tenho direito de me sentir incomodado quando entro num bar e dou de cara com ex-capangas de Arcanjo. Tenho ojeriza de cruzar com Josino Guimarães(muita gente até já esqueceu de quem se trata) e com vereador que gosta de sexo no "Zero"com menor e continua com o mandato e a lista se estende por políticos que até hoje não conseguiram provar inocência em certas CPIs, mas conseguiram abafar os fatos, figuraças que sonegam impostos das BMWs, VOLVOs e MERCEDES que por lá circulam exaustivamente, deputada que mora por ali num apartamento milionário e exerce tal mandato através de liminar, senhores que dali saem direto para encontro com as amantes, moças que adoram estragar casamentos alheios, juízes que liberam perigosos psicopatas, secretários municipais e estaduais que raramente se reúnem com a população, mas adoram encher a cara com milionários lícitos ou ilícitos e chegados em grandes licitações; rapazes que levam namoradas pra comer uma pizza e depois se encontram com outros rapazes secretamente (nada contra, mas não suporto enganação) e uma leva de moças e rapazes sarados que fazem questão de mostrar que só bebem suco e água ou similares, mas que não dispensam uma cocaína nos banheiros das boates.
Sim, eu posso falar essas coisas porque não faço nada do que essas pessoas fazem e falo mesmo, até citaria nomes, mas seria injusto com o leitor colocar apenas alguns, mesmo porque a lista ocuparia um espaço muito grande, aí ninguém merece né? Por outro lado, não abro mão de frequentar este lugar, pois tirando estes purgantes da sociedade, felizmente muita gente ainda se salva, eu sou um exemplo e espero que você também! Conversas interessantes, cultas, encontros com amigos e degustação de boas bebidas e comidas nunca é demais. Muita gente até reclamou quando fecharam as ruas que cercam a praça, eu fui um desses, mas hoje em dia acho que a idéia melhorou o local e ainda defendo que quando as pessoas forem pra lá, tentem ir com um grupo em um carro só, isso evita congestionamento, poluição e bandidagem. Em nome da história da Popular peço para que as pessoas tenham respeito pelo local, sem bagunças, brigas, drogas e outros atos que podem manchar a imagem descontraída do local. Peço mais ainda que os purgantes da sociedade que eu citei deixem de frequentar o local, ou frequentem pouco, gastem dinheiro não com a Popular e sim com os populares das periferias, que precisam de dinheiro, estrutura em seus bairros, praças, lazer e cultura. Secretários, deputados e vereadores, o valor do uísque que vocês detonam na Popular faz muita falta lá no bairro Dr. Fábio. O Valor de um jantar ali naquele restaurante faz falta pra colocar uma janela em uma casa que vi um dia desses do Pedra 90. Alguém pode se perguntar por que eu não faço isso então? Não sei se prestaram atenção, mas lá em cima eu disse que não sou rico e não sou autoridade, mas a minha parte aqui, por exemplo, estou fazendo. E pelo que meus amigos dizem, a minha presença ainda é querida na Popular e disso eu não abro mão. Muitas vezes sou chato, mas ainda não me chamaram de purgante, muito menos nesse termo que pensei ao escrever este texto, purgante social, uma reflexão da minha querida Popular, da minha querida capital. E tenho dito!
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